Contos Eróticos da Hora


26/06/2015


Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h35
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21/06/2015


Histórias da Vaninha


Escrito por contosdahora - ana20sp às 15h05
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19/06/2015


 

Escrito por contosdahora - ana20sp às 15h16
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17/06/2015


Mariquinha Maricota...

tão gostoso quanto comer

Mariquinha, Maricota, com a direita, com a canhota. Mariquinha, Maricota...
Comer uma menina, quando a gente namora com ela, é a coisa mais gostosa do mundo. Comer uma menina que é apenas colega de classe ou, então, alguma amiga, é a coisa mais gostosa que gostosa do mundo. Mas nem sempre é preciso comer uma amiga para que seja a coisa mais gostosa do mundo.
Karina (troquei o nome) é, assim, a colega e a amiga de sempre, de todas as horas, todas as situações. A gente se conhece desde antes de entrarmos na mesma escola. Mas quando começamos a estudar juntos, passamos a ser mais juntos ainda, na ida e na volta da escola, nas lições, nos trabalhos e também nos papos sobre meninas que eu queria e meninos que ela queria.
E conversávamos também sobre uma brincadeira que os colegas começaram a fazer com ela, quando descobriram que ela é canhota.
- Mariquinha, maricota, com a direita, com a canhota... - ficavam cantarolando e ela quis saber, comigo, o que significava aquela brincadeira.
- Que horror! – ela exclamou e riu, quando lhe expliquei.
Mas então, falso amigo que descobri ser, também passei a brincar com ela, e sempre que ela me pedia alguma coisa eu falava:
- Só se você me fizer uma mariquinha maricota.
Ela ria, fingia não ter ouvido, dava um de desentendida... Mas num certo dia, depois que ela me pediu que eu falasse com um certo menino do seu interesse.
- Tá bom... seu cachorro! Eu faço. – ela disse.
E aconteceu depois da escola, na sala da minha casa, ela no sofá, eu em pé.
Mas ela não sabia punhetar e nem eu sabia (só sabia sozinho), e naquele dia, na empolgação que foi sentir sua mãozinha pegando o meu pau, e ela segurando apontado para ela mesma... sujei sua roupa, seu pescoço.... e tive de lhe emprestar uma camiseta. Falou que nunca mais iria fazer aquilo pra ninguém.
Mas noutro dia ela apontou para outro lado, no outro ela tirou a camiseta... Foi aprendendo... e eu queria sempre, a toda hora...até que um dia...
- De hoje em diante, só se você fizer pra mim também. - ela sentenciou.

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Escrito por contosdahora - ana20sp às 20h05
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04/05/2015


Contos Eróticos da Hora - Leia

 




Quebra-galho entre meu irmão e eu

Já era quase hora do almoço quando eu, meu namorado e minha outra colega de classe chegamos em casa apavorados, procurando meu irmão, dizendo que havíamos passado a manhã inteira sem conseguir fazer aquele trabalho do colegial e que precisávamos de nota senão estaríamos fudidos, etc...
- Quebra esse galho! – mano.
E mal os dois se foram, o mano se enfiou no computador, compenetrou-se nos livros, digitou, pensou, rabiscou... O mano é assim mesmo. Tem 17 anos, dois a mais que eu, mas é quietão, sem muitos amigos e tem uma certa dificuldade em arrumar menina. Acho que é timidez. Mas em compensação, é um crânio na escola e vive quebrando o meu galho com os trabalhos que... tenho preguiça de fazer.
E foi assim que, lá pelas cinco da tarde, chamou-me em seu quarto, mostrou o trabalho pronto e disse que valia um dez, com certeza. E então ficou me olhando com aquela carinha meiga de "agora quero o meu doce".
- Mais tarde. – falei, devolvendo a carinha.
- Mas do jeito que eu gosto. – ele disse, com um sorriso e também uma agitação que sempre demonstra nesses momentos.
- Só você que gosta? – perguntei, não menos agitada que ele.
Saí do quarto dele, tratei logo de falar para o meu namorado que a gente não ia poder se ver naquela tarde, pedi que olhasse o trabalho, que imprimisse, preparei o almoço que a mãe sempre deixa pronto antes de ir para o seu trabalho no hospital, liguei para o nosso pai só para ver se ele estava bem longe, pois trabalha na rua e costuma aparecer mais cedo em casa.
Almoçamos, meu irmão e eu, casa um no seu canto, como é costume, depois descansei, dei uma olhada no meu material de escola, e fui ao banheiro.
Uma vez minha mãe trouxe do hospital um negócio que parece uma seringa de injeção, mas que serviu para ela injetar uma pomada na vagina para curar um corrimento que ela tinha. Depois de usado ela jogou aquele negócio fora, mas eu o catei do lixo, achando que servia para alguma coisa... E tem servido.
No banheiro, antes de tomar um banho básico, usei a mangueirinha do chuveirinho para outras finalidades: injetar uma boa quantidade de água morna dentro de mim, sentar no vaso, despejar, injetar mais outra quantidade, sentar no vaso... injetar mais, sentar, despejar, até sair só água limpinha. Não gosto muito de falar dessa parte, mas descobri esse truque num daqueles sites que meu irmão vive visitando. Fica tudo uma beleza.
Mas não é só isso.
O gel eu roubo da minha mãe, que esconde nos fundinhos do armário do banheiro com a inocência de que eu não sei de nada. Ela e o papai... quem diria!
Não sei se ela sabe o truque do chuveirinho e menos ainda do uso que faço daquele negócio que ela um dia jogou fora. Ela usava para injetar pomada na vagina, eu uso para injetar gel no reto... quero dizer, no cu. Pronto! Falei. Coloco uma boa quantidade, enfio até lá no fundo, aperto o êmbolo (acho que é esse o nome da peça móvel daquele negócio) e me encho toda.
O cu fica pedindo.
Depois do banho saí em direção ao meu quarto enrolada numa toalha e carregando o tubo de gel da mamãe. Escondi bem escondido aquele negócio de injetar, joguei um vestidinho bem leve sobre o corpo... Eu não ia vestir a calcinha, dada a sua inutilidade, mas vesti, porque é assim que o mano gosta. Fui para o quarto do meu irmão, carregando o tudo de gel. Ele já estava peladão, me esperando.
Não resisti em dar uma bela conferida no seu pinto gostoso. E é gostoso mesmo, grandão, grossão... e sempre durão.
Se antes o um cu já estava pedindo, aquela visão o deixou implorando. E implorou mais ainda enquanto via... quer dizer, eu via o meu irmão passando gel, correndo a mão. Quase nem precisava gel no pinto, de tanto que eu já tinha injetado em mim, mas ele gosta de passar nele mesmo. E nem deixa eu passar, só quer que fique olhando, sentada na borda da cama. E então, quando ele acha que já está no ponto, simplesmente ordena o começo.
- Vai. – ele diz.
E eu entendo que é para me ajoelhar na cama de costas pra ele, erguer o vestido, baixar a calcinha, ficar de quatro, abrir bastante o bumbum aberto, e esperar...
O pinto do meu irmão é grandão, mas já faz tempo que ele aprendeu a enfiar todinho em meu traseirinho, devagar, sem forçar, apenas deixando escorregar pra dentro... isso quando eu mesma, já sem controle do meu cu, não forço a bunda contra ele e faço entrar... até o fundo.
Mas depois que entra a gente dá um tempo, espera um pouco até as coisas se acomodarem e só então começa a deslizar gostoso para frente e para trás.
O que eu mais adoro e ele também é deslizar bem devagar. Vai enfiando, enfiando, até sumir tudo, depois vai tirando, tirando, até ficar só a cabecinha. Vai enfiando, enfiando, vai tirando, tirando... Quando percebo, já estou com a cabeça enterrada no colchão e minhas duas mãos já estão agarradas às minhas nádegas, puxando-as para os lados para me abrir mais e mais... e ele deslizar até encostar o saco.
Ficamos nesse vai e vem lento e gostoso por um tempão, até que já não aguentamos mais. Meu irmão vai ficando muito doidão, aumentando o ritmo. Eu vou ficando enlouquecia, querendo que ele vá cada vez mais rápido, e me agarro à minha xana, me aperto, me masturbo... e grito, grito que dá gosto, pois o tesão que sinto é uma coisa que me deixa completamente descontrolada.
Mas meu irmão também grita também se descontrola, e me agarra com força, me crava as unhas nas coxas... e goza, lambuzando-me todinha lá por dentro, uma, duas  três vezes.
Acabo gozando junto com ele, levada pelo deslizar alucinante do seu pênis em meu anus e também pelas carícias das suas mãos em meus pontos nervosos, pois assim que goza a primeira vez ele começa a me agarrar a xana, os peitos, tudo.
Mas é um tarado. Ainda sem tirar ela faz com fiquemos deitados, ele em cima, voltando a deslizar lentamente... até que não temos mais forças.
É assim que eu e meu irmão temos sido quebra-galho um do outro. Ele e faz os trabalhos de escola e eu dou a bunda pra ele.
Mas só dou porque ele me ajuda e tem problemas em pegar meninas... só por isso.

 

 


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Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h46
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