Contos Eróticos da Hora


01/03/2015


Contos Eróticos da Hora

 


    
Furando a novinha... antes do namoradinho

(...)

Parte 4
2014, dez, 16, terça-feira

Dizem que a parte mais gostosa de uma festa é a espera por ela. Estou quase certo de que isso é uma grande verdade.
Também se diz... ou pelo menos eu estou dizendo, que em matéria de amor e sexo há sempre uma pontinha de não sei o quê para o macho que se aproveita da fêmea de outro. Se alguém pensar na Daniele indo até o banheiro para lavar o esperma que escorria por sua barriga, então será capaz de imaginar a inocência do namorado, fazendo não se sabe o quê naquele momento, enquanto a sua menina se lava da porra de outro. E será capaz de pensar também no “orgulho” ou sei lá o quê sentido por esse outro.
Talvez seja por tudo isso, quer dizer, pelo sabor de esperar pela festa e pelo “não sei o quê” em relação ao pequeno macho corneado, que eu estava decidido a prolongar ao máximo o tempo de espera para furar a menina. Corria o risco de ela se entregar a ele antes, mas do jeito que a coisa estava andando eu tinha dúvidas sobre essa possibilidade; o mais certo é que aquela xaninha estava guardada para mim na sua primeira vez.
E foi por isso que na aula seguinte resolvi primeiro indagar e depois ensinar algumas coisinhas à menina.
Tão logo ela chegou e sentou-se no seu lugar habitual, isto é, na cama, ao lado da minha escrivaninha de trabalho, deixei de lado o meu trabalho, que seria a sua aula de inglês, para começar uma aula de sexo. E foi tudo muito simples, pois ela estava bem assanhadinha e demonstrava que não estava com a mínima vontade de praticar inglês.
Fui logo me ajoelhando no chão, entre suas pernas e começando uma sessão de beijinhos, apertadinhas nos peitinhos, chupadinhas, mordidinhas nos biquinhos...
- Isso enlouquece... – ela disse, num certo momento em que mordisquei e olhei nos seus olhos ao mesmo tempo.
- E ele já enlouqueceu você assim? – perguntei.
- Não! – ela respondeu.
- Ele nunca pegou os seus peitinhos?
- Já pegou, mas nunca beijou.
- E você nunca colocou na boca dele?
- Não.
- Mas teve vontade, não teve?
- Tive... Bastante.
- Teve... Não tem mais?
- Tenho.
- Hummm! Então deixa eu te chupar gostoso. Deixa eu arrancar seus biquinhos, deixa...

(...)


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Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h32
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25/02/2015


Contos Eróticos da Hora


A jornalista esportiva e o tripé do basquete
 
 E de repente ela se dá conta de estar num hotel de categoria nenhuma em Cafundó das Abobrinhas ou qualquer outro nome que se possa dar àquele amontoado de casas que chamam de cidade. Era já o cair da noite, estava a centenas de quilômetros de casa, brigada com o marido, que não aceitava aquele seu trabalho de repórter esportiva, e tendo como companhia apenas o colega que operava a câmara e com quem teria de dividir o quarto do hotel.
 Antes tivesse dado para o diretor de jornalismo da emissora onde havia se empregado não fazia muito tempo. – ela pensava. Mas o homem era tão arrogante e asqueroso, tão senhor de si, dizendo que ou ela dava ou não fazia carreira na empresa, que ela respondeu que preferia transar com um cabrito a se deitar com ele. E o resultado era aquele: mandada fazer a cobertura de um campeonato de basquete de quinta categoria.
 Começou a ler a escalação do time local. Daniel, Patoloco, Jucá, Zenóbio, Carlão do Brejo, João Tripé...
 - João Tripé? – exclamou em voz alta.
 - É o jogador mais velho e mais alto do nosso time. – disse a senhora que servia o jantar.
 - Mas por que João Tripé? – perguntou ela.
 - Não adivinha, não? – disse a mulher, que depois apontou para um quadro na parede com uma foto do time da cidade e mostrou o rapaz.
 - Que altão! – exclamou, e deu a conversa por encerrada, indo juntar-se ao colega no quarto, que não havia jantado por não estar se sentindo muito bem, com o estômago embrulhado.


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Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h55
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24/02/2015


Contos Eróticos da Hora


A história de uma primeira penetração anal

O antes...
Promessa é dívida.
Difícil descrever o estado em que me encontrava. O dia marcado foi chegando e eu sentia crescer em mim um misto de ansiedade e de medo, ao mesmo tempo. A ansiedade eu até podia explicar, mas o medo eu não sabia direito a razão. Em todo caso, minha saída havia sido não pensar no assunto, esperar e pronto, deixar acontecer e pronto. Mas conforme foi chegando o dia, a hora, o momento, não pensar parecia coisa impossível. Eu nem mesmo conseguia me concentrar nas outras coisas que tinha de fazer: os estudos para as provas, os cuidados com a casa, a atenção às pessoas queridas.
Chegou o sábado de manhã e eu voava, literalmente voava, no andar e no pensar. Minha mãe estranhou eu tomar banho logo de manhã, sendo que o meu costume era banhar-me à noite, pouco antes de dormir. Não lembro direito, mas acho que dei como motivo o forte calor da noite, que me impedira de dormir adequadamente. De fato, eu não havia dormido, sentia realmente um calor, mas não do tipo que falei para ela.
No banho, lavei cada parte do meu corpo, com todo carinho e cuidado, depilei, aparei alguns pelos mais salientes, olhei para os biquinhos dos meus seios, passei creme hidratante, sempre voando.
No quarto, a escolha da calcinha foi demorada, pensada, experimentada, muito mais do que o restante da roupa. Por várias vezes minha mãe, entrando em meu quarto, viu-me contra o espelho, já vestida de saia e blusa, mas erguendo a saia para ver a calcinha, como ela ficava em meu corpo, se combinava com minha pele. Nunca havia pensado no poder sensual de uma peça de tecido tão minúscula e normalmente tão escondida. Cheguei mesmo a pensar se nós mulheres tínhamos o mesmo charme erótico antes da invenção da calcinha.

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Escrito por contosdahora - ana20sp às 06h23
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28/06/2012


Contos Eróticos da Hora

 



Carnaçamba... uma fêmea com dois machos
 

 

Parte I

Vi passar na televisão as imagens do carnaval de rua na Vila Madalena, a confusão e a bagunça entre alguns foliões, a reclamação dos moradores, e a imagem de uma menina levantando a calcinha depois de ter feito xixi atrás de uma caçamba. Só não vi, ainda bem, a minha própria imagem, atrás de uma outra caçamba ali por perto, fazendo coisas bem piores... quer dizer, bem melhores.
Vou contar o que aconteceu ali atrás da caçamba e que depois continuou num hotelzinho dos mais baratos, e que quase veio abaixo por causa da confusão que arrumamos; eu, meu namorado, e um sujeito que “conheci” naquela noite.
Eu e meu namorado estamos juntos há cinco anos, desde que nos conhecemos no cursinho, até agora, quando já terminamos nossas faculdades. Ele é um gato, tenho o maior fogo por ele e sei que ele tem por mim.

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Escrito por contosdahora às 06h52
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