Contos Eróticos da Hora


04/04/2016


Contos Eróticos da Hora
Coleção Quinze Contos Eróticos
15 histórias cada volume

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Escrito por Contos da Hora às 14h17
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Contos Eróticos da Hora
Coleção Quinze Contos Eróticos
15 histórias cada volume - Apenas R$ 12,99
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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 01
Minha primeira vez (dela)
A primeira vez é sempre aquela coisa inesquecível, às vezes mágica; como contam as quinze meninas das histórias aqui mostradas.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 02
Incesto... Família que transa unida
Incesto é o eterno tabu em todas as sociedades. Mesmo assim; irmãos com irmãs, filhas com pais, tios com sobrinhas, sobrinhos com tias...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 03
Primos & Primas
Dizem que as primas são sempre as primeiras em que os primos dão em cima; e que elas sempre dão embaixo, de lado, em pé...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 04
Faculdade... asas para uma pomba
Alguma coisa acontece com meninas e meninos quando entram na faculdade. Parece que tudo se solta, elas soltam, eles comem, namorados dançam...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 05
Sexo entre colegas de trabalho
Não tem jeito. A convivência diária, as brincadeirinhas, as mãos bobas, os convites para um chopinho... ou pinta paixão ou pinta tesão. E daí...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 06
Quinze enfeites femininos
Dizem que a mulher é capaz de enganar até o diabo e ainda parecer santa. Machismos à parte... é sempre bom o homem confiar desconfiando.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 07
Histórias Eróticas de Antigamente
Contos Eróticos da Vovó
Contos Eróticos dos tempos da virgindade ou quase virgindade. Tempos em que menina séria só dava depois de casada. Será?



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 08
Mulher de amigo meu pra mim é...
A mulher pode ser falsa e dissimulada, pode até enganar o diabo, mas tem homens (todos eles) que não respeitam nem os melhores amigos.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 09
Hand Girls... mãos carinhosas
Elas trabalham com as mãos, às vezes até com a boca, para clientes que procuram uma agência muito especial, chefiada por uma certa mulher...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 10
Quinze loirinhas que começaram por trás
Algumas foram induzidas, outras fizeram opção, outras simplesmente deixaram acontecer, mas todas, gostando ou não, começaram pela bundinha.


Escrito por Contos da Hora às 14h16
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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 11
Só estu... DANDO
Pais, mães, irmãos, namorados e até maridos confiam que suas meninas estão na escola, estão fazendo trabalhos escolares, estão estudando, mas...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 12
Quinze bons motivos para levar atrás
Por que alguém  faz sexo anal? Existem pelo menos "Quinze bons motivos para levar atrás".



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 13
Ensinando uma mulher a transar
Nem toda mulher sabe transar ou, na verdade, não sabem viver.... da mesma forma que muitos homens mal sabem  "comer".



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 14
FODERATION
Sexo é bom, transar é bom, mas se é pra foder, melhor é foder pra valer, como mostram essas quinze histórias de transas que são verdadeiras fodas.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 15
Ombro amigo, pau amigo
Necessitada, cheinha de tesão, a menina se pergunta: por que posso dar para alguém que mal conheço e não posso dar para o meu melhor amigo?




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 16
Comida na festinha da firma
Dizem que não existe mulher direita, apenas mulher mal cantada ou, então,  que a ocasião faz a danação. Por isso, o único jeito de não levar galho é fazer marcação cerrada.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 17
Quinze homens e um destino
Eis um paradoxo enlouquecedor: todo homem quer saber se já foi traído ou não, mas nenhum homem gosta de saber que teve esse destino tão cruel.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 18
Quinze primas que eu comi
Sabe-se que as primas são as primeiras, talvez pela proximidade, talvez por outra razão. De qualquer forma, aqui vão mais quinze primas devidamente comidas.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 19
Hand Girls universitárias
Na faculdade se aprende muita coisa. Mas algumas meninas aprendem muito mais do que deviam, principalmente quando a disciplina é sexo.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 20
Quinze mulheres que traíram
Dá dó, mas a verdade é que nem toda namorada é aquela santinha que se mostra ao namorado (ou marido) e, vez ou outra, elas adornam suas cabeças.


Escrito por Contos da Hora às 14h16
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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 21
Empolgações eróticas de uma empregada doméstica
Aos pouco, os princípios morais, o temor religioso e a fé na inviolabilidade do matrimônio vão se tornando menores que o desejo...




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 22
O Comedor
Enquanto a maioria dos homens se contenta com algumas poucas mulheres, alguns poucos homens vivem na caça de todas e não perdoam nem as frutas verdes. Os quinze contos aqui apresentados reúnem histórias de homens que não esperam a fruta cair do pé.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 23
O Senhor de Todas
Ele chegou ao ponto em que todo homem sonha chegar: tudo aos seus pés, todas as mulheres...




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 24
O Calcinha
Uma misteriosa calcinha, guardada sob o mais absoluto segredo por mais de 40 anos, despertou nele aquilo que é sejo de muitos homens... Mas ele não colecionava calcinhas, apenas histórias.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 25
Sexo sem escrúpulos... histórias inacreditáveis
Se existem infinitas maneiras de se fazer sexo, existem também diferentes motivos para a sua prática... Mas existem também motivos bem menos puros e até mesmo repudiados...




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 26
G O S P E L... 1
Contos eróticos da igrejinha

Há muito mais entre o céu e a bíblia do que pode supor nossa inocente imaginação.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 27
G O S P E L... 2
Irmãs crentes... quentes carentes

Mulheres fiéis e tementes, mas que, deliberadamente ou "sem querer", acabam se vendo nas diabólicas redes da danação.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 28
G O S P E L... 3
Safadezas do Pastor Pureza

Existem muitos pastores devotados à salvação do seu rebanho... E há o Pastor Pureza, interessado em outros tipos de salvação ou de perdição.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 29
As aventuras proibidas do Professor Véio
Por longos anos ele padeceu na sua cela, pagando pelos seus crimes contra "inocentes" meninas e ouvindo histórias de outros "tarados" e/ou frustrados sexuais.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 30
Quinze bundinhas que se foram
Algumas bundinhas são sempre as primeiras que dançam, outras ficam pra depois... Mas de qualquer jeito, primeiras ou não, são sempre bundinhas que se foram.


Escrito por Contos da Hora às 14h15
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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 31
Sábado é dia de gostosas aventuras
Coleção de histórias diversas que acontecem em dias de sábado, pois sábado é um dia muito especial, quando as pessoas estão mais soltas, mais...

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 32
Namoradas exemplares
É certo que entre as namoradas exemplares muitas já tiveram seus casinhos, já prestaram alguns favores, já...

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 03
Sexo estranho...
www.pacto.com.demo
Histórias eróticas fantásticas
Histórias de arrepiar os cabelos, envolvendo até gente que já se foi para o outro lado da vida.

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 34
Daily sex...

e a teoria da calcinha furada
Daily sex ou o sexo nosso de cada dia são aquelas histórias comuns, de mulheres safadas, homens piores ainda e, invariavelmente, de dúvidas crueis, como no conto "a teoria da calcinha furada".

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 35
A cidade transa...

quando menos se imagina
Não apenas a cidade transa quando menos se imagina como também transa em lugares inimagináveis, por razões inimagináveis, de modos inimagináveis...

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 36
Madame Kiaxan Nassab...

traições reveladas
Madame Kiaxan Nassab é uma cartomante, quiromante, enganante... e meio cafetina também...

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 37
Coisas de meninas
A meninas vivem coisas realmente excepcionais quando estão naquela fase em que a parte de baixo fala mais alto que a parte de cima...

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 38
Corno manso...

e outras vontades
Como dizem alguns machões: se a mulher quer levar umas pirocadas por fora, tudo bem, mas eu escolho o macho pra ela.

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 39
ENBOLATION...

dois é bom, três é demais
ENBOLATION... dois é bom, três é demais... o sexo trivial e "natural" cede lugar a desejos carnais inconfessáveis. Come um, com dois, dá pra um, dá pra nós... um verdadeiro self service.

 

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 40
Deliciosos segredos femininos
Segredos que elas sabem guardar a sete chaves, só para enlouquecer os homens.

 


Escrito por Contos da Hora às 14h15
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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 41
Transando a 120 km por hora
Em "Transando a 120 km por hora" são mostradas aquelas histórias de meninas safadinhas e seus momentos de safadezas.


 
Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 41
Contos eróticos Insanos...
O comedor de sobrinhas
Contos insanos são contos insanos... e pronto. A começar pelo tio comedor de sobrinhas.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 43
15 Primas comendo Primos
Quando as coisas estão invertidas e elas é que "dão" as cartas, ainda que eles nem desconfiem disso.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 44
LGBT... e simpatizantes
Vol. II - Elas & Elas
Pois é o que dizem: se for para ter prazer, tanto faz se for do jeito A ou do jeito B, como uma faca que corta dos dois lados, uma faca de dois gumes... o prazer de entrar e o prazer de ser entrado.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 45
ESPECIAL 21 HISTÓRIAS
LGBT... e simpatizantes
Vol. II - Toma lá dá cá
É o que dizem: se for para ter prazer, tanto faz se for do jeito A ou do jeito B, como uma faca que corta dos dois lados, uma faca de dois gumes... o prazer de entrar e o prazer de ser entrado.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 46
LGBT... e simpatizantes
Vol. II - Eles & Eles
O amor é lindo, a sacanagem é melhor ainda, principalmente quando duas fêmeas se juntam num enrosco de dar gosto. Elas se conhecem.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 47
Universal Reino das Infiéis
Volume I

Mulher é mulher. Algumas são fieis para todo o sempre, outras dão suas escorregadinhas vez ou outra... mas existem aquelas que...

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 48
Universal Reino das Infiéis
Volume I

Mulher é mulher. Algumas são fieis para todo o sempre, outras dão suas escorregadinhas vez ou outra... mas existem aquelas que...

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 49
Universal Reino das Infiéis
Volume I

Mulher é mulher. Algumas são fieis para todo o sempre, outras dão suas escorregadinhas vez ou outra... mas existem aquelas que...

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 50
Universal Reino das Infiéis
Volume I

Mulher é mulher. Algumas são fieis para todo o sempre, outras dão suas escorregadinhas vez ou outra... mas existem aquelas que...

 


Escrito por Contos da Hora às 14h15
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15 histórias cada volume

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Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 51
Family Sex
Volume I
Novamente o incesto em discussão... Na verdade, aqui ninguém discute nada; incesta e pronto. E encestam também; pai encesta na filha, filho encesta na mãe, sogro na nora... Irmãos com irmãos então, nem se fala.




Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 52
Family Sex
Volume II

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 53
Family Sex
Volume III

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 54
Family Sex
Volume IV

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 55
Family Sex
Volume V

 

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 56
A amiga da minha namorada...
e outros pecados
Pesou mais de 30 quilos, respira... leva pra cama. Não importa se é amiga da namorada, se é namorada do amigo, se é namorado da amiga, se é a empregada, a filha do patrão, o patrão da filha... Céus!

Em breve


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 57
Essa é a vida que eu sempre quis
Essa é a vida que eu sempre quis, eu sou cornudo, mas eu sou feliz. Nem todo mundo gosta de ser corno, mas quase todo mundo já foi, é ou está para ser. 

Em breve


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 58
O punheteiro do Cine Pulgas
Enquanto alguns fazem sexo outros imaginam sexo. O punheteiro do Cine Pulgas era um cara que vivia só imaginando, até que um dia aconteceu, assim como aconteceram também outras histórias aqui contadas.

Em breve


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 59
Gato de beira de estrada 
Sexo é uma coisa tão faiscante na vida da gente que nunca podemos adivinhar onde, como e com quem ele vai acontecer... até na beira de uma estrada.

Em breve


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 60
Na hora de tirar a calcinha...
momentos mágicos - mágicos momentos
Momentos que antecedem o momento final, esperado, desejado... Tem gente que até goza nesses momentos.

Em breve

 


 

Escrito por Contos da Hora às 14h14
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15 histórias cada volume

EM BREVE


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 61
Meninas de periferia...
O príncipe que virou sapo para comer pererecas

Ele fez o contrário das muitas histórias que existem por aí... preferiu deixar a casa rica, morar na periferia e comer todas as menininhas.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 62
Quinze meninas à beira de um ataque de tesão
Quinze meninas à beira de um ataque tesão são quinze meninas à beira de um ataque tesão e suas histórias para aliviar o tesão.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 63
Já dei pra você?
Ela deu tanto e para tantos, que já nem sabia mais para quem tinha dado. Maldade! Isso é conversa de homens machistas que não suportam a ideia de que as mulheres também sentem vontade de dar pra todo mundo.

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 64
Histórias eróticas da pesada
Sexo, crimes e outras brutalidades amorosas. É quando o sexo envolve histórias nem sempre tão românticas ou movidas apenas pelo desejo sexual. É quando envolvem crimes, roubos, disputas por território, castigos crueis...?

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 65
Trocando o óleo e afogando o ganso
Transar, trepar, meter, comer, dar, funhenhar, apagar o fogo, trocar o óleo, afogar o ganso, acalmar a bacurinha...

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 66
Camisola do dia
Ela era tão fantasiosa em relação ao sexo que na sua primeira vez, para pegar o menino, vestiu um camisola do dia.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 67
A filha da Dona Mirtes
Ninguém jamais podia imaginar que uma menina quase sem tamanho, tão dócil e tão meiga, pudesse carregar tanto poder de guerra sob a calcinha.

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 68
Algumas histórias eróticas
Existem histórias eróticas de todos os tipos, para todos os gostos, e aqui estão algumas delas.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 69
Contos eróticos 69
O título é sugestivo, mas as histórias são mais ainda.

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 70
Com jeitinho vai...
Contos eróticos

Quem nunca ouviu a expressão "com jeitinho vai"? E vai mesmo, é só querer.

 


Escrito por Contos da Hora às 14h14
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EM BREVE

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 71
A mulher do próximo
A fruta do outro lado da cerca é sempre mais madura, a grama do vizinho é sempre mais verde... e a mulher do outro é sempre a mais gostosa. Ou não é?



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 72
A gruta da santa
Uma super história encabeça este volume de contos eróticos: uma mulher super religiosa que contratou dois pedreiros para construir uma gruta para uma santa...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 73
Um sofá de três lugares
Onde come um come dois... por isso ela sentia muita saudade do seu velho e querido sofá de três lugares.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 74
Eva e Adão com as calças na mão
Se o que vale é comer, vamos comer, não importa quem. E se o que importa é dar, vamos dar, não importa pra quem....



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 75
Contos eróticos de Natal
É o espírito de natal, que afoita a perereca, e faz crescer o pau.


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 76
Contos eróticos de férias de verão
Férias foram feitas para descasar, relaxar, renovar... E  quer coisa mais relaxante que transar, mesmo que seja com o marido da outra?



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 77
Contos eróticos de carnaval
Depois do natal vem o ano novo, as férias de verão e então chegar o carnaval. Quem ainda não transou como queria aproveita que é só alegria.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 78
O pequeno grande corno
Eis aqui a história de um homem vitorioso. Em pouco tempo ele se viu coroado de êxito... só não sabia do enfeite.



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 79
Mariquinha, maricota...
Mariquinha, maricota, com a direita, com a canhota... mas o melhor mesmo é ler um bom conto erótico a dois... ou a três, quatro...



Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 80
Uma calcinha quase grávida
Existe peça do vestuário mais enigmático que a calcinha? E se for uma calcinha quase grávida?

 


Escrito por Contos da Hora às 14h14
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15 histórias cada volume

EM BREVE

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 81
Dei!
Pois é! Ela deu.
Deu o que é dela, mas também o que você acha que é só seu.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 82
O verdadeiro professor aloprado
Seu negócio era comer as aluninhas, mas é bom não falar muito para não comprometer o pobre propedeuta.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 83
O presente da noiva
Ele conseguiu aquilo que sonhou a vida inteira e que já não tinha mais esperanças de conseguir.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 84
Congonhas
Que histórias eróticas um aeroporto pode trazer?  Muitas. E aqui está uma das mais excitantes.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 85
Uma puta
"Uma puta" é uma história que além de erótica é bonita, além de bonita é excitante, e além de excitante é erótica.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 86
Uma prima gordinha
Então porque é gordinha, não se diverte, não lancha, não sai, não é prima, não transa...?

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 87
Relatos de um pegador
O sujeito não queria comer algumas meninas... ele queria comer todas.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 88
O Detetive Carlos
e outras investigações eróticas
O Detetive Carlos é um caso que precisa ser investigado, pois suas histórias envolvem muito mais aventuras sexuais do que investigação propriamente dita. Sua sorte é que ele dá sorte... sempre come, e sempre resolve seus casos.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 89
Trair e coçar é só começar...
até o namorado pegar
A primeira vez é sempre a mais esperada, a mais desejada e a mais difícil... Estamos falando da primeira vez com outro homem.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 90
Rua dos Meninos
E naquela escola... Na escola que fica perto da Rua dos Meninos. Lá, onde só estudam meninos que não fazem nada e meninas que fazem tudo...

 


Escrito por Contos da Hora às 14h14
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Contos Eróticos da Hora
Coleção Quinze Contos Eróticos
15 histórias cada volume

EM BREVE

 

Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 91
Histórias eróticas dos Anos 60
Tempos da virgindade
Em matéria de comportamento sexual não faz muito tempo as coisas eram bem diferentes, como mostram as quinze histórias dessa coleção.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 92
120 milhões de transas por dia
e a história de um pé de cama
120.000.000 de transas por dia, 5.000.000 por hora, 3.333,33333 por minuto... 166.666,6666 pessoas transando nesse momento...

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 93
Fudeu geral
Fudeu geral porque fudeu geral. É o que acontece quando coisas que não devia acontecer acontecem. Mas que coisas são essas? Só lendo para saber.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 96
Livro
O homem e a menina
O homem e a menina é um livro de personagens sem nomes que traz alguma dose de erotismo, mas que tem como propósito maior convidar a refletir sobre os comportamentos humanos e os valores morais e éticos de cada um de nós.
Um homem chegando aos cinquenta anos após uma vida de desejos e ansiedades e um casamento fracassado, desfeito pelo ciúme e pela sua incapacidade de ser feliz - pois que ninguém nunca lhe ensinou isso.
Esse homem encontra e recolhe da rua uma menina a quem resolve dar um futuro um tanto melhor que aquele a ela reservado pela sociedade.
Não demorou, porém, para que passasse a canalizar para a garota todas as frustrações sexuais da sua vida, como também não demorou para que ela percebesse correspondesse aos seus desejos.
Mas seus planos não eram os mesmos. E também seus destinos não poderiam jamais ser os mesmos e um dia teriam que enfrentar o julgamento do meio social onde viviam esse mundo particular de felicidade, porém, pecaminoso.

Bastidores
Fatos que não foram incluídos na história original.
Nenhuma história termina.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 97
Livro
O grande roubo
Ele sempre teve uma vida simples e pacata, sempre viveu um amor sincero com aquela que foi sua namorada e que era sua esposa, e com quem teve filhos...
Mas um dia mudou de emprego e, de repente, começou a perceber uma forma de melhorar de vida, oferecer algo melhor à mulher e aos filhos.
Para tanto, teria de praticar um roubo.
Planejou tudo, executou tudo com perfeição, deu tudo certo... quer dizer, nem tudo, pois logo uma dúvida por demais cruel começou a pairar sobre sua cabeça.

Bastidores
Fatos que não foram incluídos na história original.
O diário de Luciana.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 98
Livro
O viajante
Atormentado pelas dúvidas quanto à fidelidade da esposa, ele busca descobrir no passado, na época ainda em que namoravam, a verdadeira paternidade da menina que tinham como filha.
Enreda-se por um caminho diferente, com auxílio da bebida e de práticas de EFC (Experiências Fora do Corpo), logrando descobrir alguns fatos que, se de uma lado ainda não lhe dão a devida certeza, de outro levam-no a arrancar da esposa algumas confissões inocentes, e o pedido para que ele não transmitisse essas suas dúvidas infundadas para a filha.
Todo o seu empenho em descobrir a verdade acaba, afinal, a levá-lo a um final trágico, sem que, apesar de tudo, termine com isso o sofrimento da mulher, pois sua verdade era bem mais profunda do que o homem podia imaginar.

Bastidores
Fatos que não foram incluídos na história original.

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 99
Livro
Um amor de cunhada
O difícil retorno
Os dois se conheceram ainda criança e viveram um amor verdadeiro, até que ele cometeu um crime e viu-se afastado dela, primeiro como fugitivo, depois como prisioneiro.
O tempo passou, ele cumpriu sua pena e a primeira coisa que fez foi procurar sua amada, pensando ser fácil retomar o amor de antes. Mas as coisas eram outras e as dificuldades eram infinitas.
Ele teria desistido, não fosse a dedicação da cunhada, mulher do seu irmão, com quem teve forte amizade e que muito lhe ajudou na reconquista.

Bastidores
Fatos que não foram incluídos na história original.
Existe amizade entre um homem e uma mulher?

 


Coleção Quinze Contos Eróticos - Número 100
Livro
O segredo de Suelen
Esta história acontece no final dos anos de 1990, quando o mundo ainda era um tanto diferente e muito da tecnologia que existe hoje ainda estava fora do alcance da maioria das pessoas.

ESSA MENINA ASSASSINOU OS PRÓPRIOS PAIS
Os jornais, rádio e a televisão dão a notícia com grandes manchetes, as pessoas comentam indignadas a situação a que chegou a desagregação da família, a falta de amor, de compreensão, a polícia tem como certa a trama criminosa da assassina.
Mas ninguém sabe a verdade.
É essa verdade que Danilo, o filho dos empregados do casal assassinado, procura descobrir, até revelar uma outra face da história, ainda mais e inacreditável e cruel.

Bastidores
Fatos que não foram incluídos na história original.
Esclarecimentos necessários.

 

Escrito por Contos da Hora às 14h13
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Contos Eróticos da Hora

     

A história de uma primeira penetração anal
 
  L. M. (2000) - Santo Amaro - São Paulo - SP
 
  O antes...
  Promessa é dívida.
  Difícil descrever o estado em que me encontrava. O dia marcado foi chegando e eu sentia crescer em mim um misto de ansiedade e de medo, ao mesmo tempo. A ansiedade eu até podia explicar, mas o medo eu não sabia direito a razão. Em todo caso, minha saída havia sido não pensar no assunto, esperar e pronto, deixar acontecer e pronto. Mas conforme foi chegando o dia, a hora, o momento, não pensar parecia coisa impossível. Eu nem mesmo conseguia me concentrar nas outras coisas que tinha de fazer: os estudos para as provas, os cuidados com a casa, a atenção às pessoas queridas.
  Chegou o sábado de manhã e eu voava, literalmente voava, no andar e no pensar. Minha mãe estranhou eu tomar banho logo de manhã, sendo que o meu costume era banhar-me à noite, pouco antes de dormir. Não lembro direito, mas acho que dei como motivo o forte calor da noite, que me impedira de dormir adequadamente. De fato, eu não havia dormido, sentia realmente um calor, mas não do tipo que falei para ela.
  No banho, lavei cada parte do meu corpo, com todo carinho e cuidado, depilei, aparei alguns pelos mais salientes, olhei para os biquinhos dos meus seios, passei creme hidratante, sempre voando.
  No quarto, a escolha da calcinha foi demorada, pensada, experimentada, muito mais do que o restante da roupa. Por várias vezes minha mãe, entrando em meu quarto, viu-me contra o espelho, já vestida de saia e blusa, mas erguendo a saia para ver a calcinha, como ela ficava em meu corpo, se combinava com minha pele. Nunca havia pensado no poder sensual de uma peça de tecido tão minúscula e normalmente tão escondida. Cheguei mesmo a pensar se nós mulheres tínhamos o mesmo charme erótico antes da invenção da calcinha.
  Será que nossas xanas são realmente bonitas ou são as calcinhas que as tornam atraentes? Como seria se andássemos com as xanas expostas o tempo todo, como os animais? Sinceridade, já imaginei vacas usando calcinhas. Pode ser que para o boi isso não cause efeito erótico algum, mas para o homem, com certeza vai causar.
  Mas por que estou falando essas besteiras? Na verdade, não são besteiras e sim pensamentos que passaram pela minha cabeça naquele dia, desde a hora em que tive de decidir a calcinha que iria usar, até um pouco depois, quando saí para a rua, tomei o ônibus e me dirigi para o local, a pessoa e o ato que me aguardavam. Nunca pensei tanto sobre a calcinha!
  Desci do ônibus e continuei voando, flutuando. O apartamento da família do Sérgio ficava a alguns metros apenas do ponto. Sua família teria viajado e ele estaria lá me esperando. Anunciei-me na portaria e fui convidada a subir. Estava tudo certo. Mas eu já não sabia se era para estar tudo certo ou não. Talvez fosse até bom que desse errado, foi o que pensei naquele momento, quando lancei um olhar geral para a rua e para todos, imaginando que alguém muito conhecido meu estivesse me seguido desde casa e estava então por ali, me rondando. Medo bobo! Ou talvez não.
  O trajeto entre a portaria e o a porta do apartamento do Sérgio eu não me lembro. Es eu estava ainda caminhando para o hall do edifício quando, de repente a porta do apartamento se abriu e ele apareceu na minha frente, sorrindo, esticando a mão, me chamando a entrar. Voei mais um pouco e só pousei quando a porta se fechou e todo um mundo ficou trancado lá do lado de fora. Esse mundo não tinha como saber o que iria acontecer naquele outro mundo, delimitado por algumas paredes e habitado, ao menos temporariamente, por dois seres apenas.
  No meio da sala o Sérgio me parou para um abraço, um beijo, um longo beijo, e algumas palavras de alegria por eu ter comparecido, por não ter faltado, por não o ter deixado na saudade. Da minha parte eu não sabia se devia agradecer também; se já havia uma impressão de que ele era o pedinte e eu a doadora, essa impressão ficou ainda mais forte depois dos seus agradecimentos. Mas aquela já não era mais hora de eu pensar se estava ali como alguém que cede ou alguém que quer. Era hora, sim, de alguns pedidos meus, também.
  Espero que você entenda que estou nervosa. Não pense mal de mim. Mas não tenho tanta certeza se vou conseguir. Não quero deixar você frustrado. Acho que estou com medo, sim.
  Foram poucas as palavras, na verdade, entrecortadas por fortes abraços e beijos. Mas foram palavras de grandes significados. Ao menos para mim foram. Mas de pouco adiantaram, a não ser pelas suas respostas curtas, dizendo que ia dar tudo certo.
 
  O durante...
  Enquanto falava, pedia, procurava me acalmar, tudo ao mesmo tempo, minha camiseta subiu, meus seios saltaram para fora, expostos àquele mundo isolado onde estávamos. Por que nem sequer pensei num sutiã? Por que só a calcinha era importante?
  As mãos de Sérgio cobriram meus seios e os prepararam para os seus lábios, que os mordiscaram, chuparam, beijaram, lamberam, juntamente com sua língua. Ainda em pé no meio da sala, daquele mundo só nosso, abracei sua cabeça contra o meu peito, apertei, desejei, amei.
  Minhas nádegas foram tocadas nesse momento. Era a vez delas serem apalpadas, apertadas, olhadas, beijadas e lambidas. O Sérgio escorregou sua cabeça para baixo e girou meu corpo, tudo muito rápido. Num instante meus seios estavam esquecidos, ainda expostos, apontados para uma janela acortinada. Nesse mesmo instante era minha bundinha que ele vasculhava. Eu tinha me examinado tanto, pensado tanto na calcinha cobrindo a xana, mas esquecera completamente da bunda, e era na bunda que eu tinha de ter pensando mais. Mas já era tarde. E tampouco adiantou, e até mesmo frustrou, tanta escolha para a calcinha, se ele nem sequer a viu cobrindo minha xana. Foi naquela posição mesmo, atrás de mim, que a fez sair da minha bunda, escorregar pelas minhas pernas e fugir pelos meus pés.
  Depois subiu, sempre atrás de mim, beijando minhas coxas, minha bunda, subindo minha saia, procurando o ziper, soltando, tirando-a. Faltava só a camiseta, que ele tirou, ainda atrás de mim. E nessa mesma posição, abraçou-me forte, beijou meu pescoço, falou que iria adorar tudo o que estava por vir.
  Não lembro o que eu falava ou respondia. Só me lembrou que a partir de um certo momento, apenas um braço seu estava em torno do meu corpo, pegando meus seios, com o outro ele tirava sua calça. Depois, aquele mesmo braço procurou minha mão, conduziu-a para trás do meu corpo, apresentou-a ao objeto da minha tortura. Meus primeiros toques foram tímidos, toques de uma primeira vez. Mas logo em seguida, como numa forma de espantar de vez meus últimos temores, tateei em busca da percepção do volume; espessura, largura, comprimento, formato. Mais me assustei do que me acalmei. Achei melhor largar, esquecer tudo. Mas quando o larguei, pensando em ficar de frente para ele, para conversar, sua lança tocou minha bunda; um contato gostoso, quente. Meus temores começaram a dar lugar aos desejos. Deixei-me, por um tempão, sentindo aquele mastro torturante escorregar para cima e para baixo entre minhas nádegas. Parecia procurar algum ponto especial. Procurava um ponto especial. Era para isso que estávamos ali, longe das nossas famílias, longe do mundo lá fora.
  Desejo e temor. Virei-me rapidamente, fiquei de frente para ele, olhei em seu rosto.
  - Você prometeu...! – falei, implorei, supliquei, ordenei, tudo ao mesmo tempo.
  - Calma! – vai dar tudo certo.
  Um abraço forte colocou seu mastro em contato com minha xana. A xana que ele nem tinha visto ainda, nem de calcinha e nem sem calcinha. Afastou-me e mostrou que seria ali mesmo, no sofá.
  Apanhou da mesinha um pote com um produto branco. Fiquei olhando, enquanto ele pegava porções com o dedo e passava em seu pênis. Era grande! Onde eu estava com a cabeça?
  Depois de passar bastante e de esfregar com a mão, pegou outra porção no dedo, depositou o pote na mesa e se aproximou, pediu que eu virasse meio de lado, que abrisse a bunda com as mãos. Senti quando encostou aquela coisa branca em meu anus. Depois senti seu dedo, que ficou esfregando, rodeando, ameaçando entrar, entrando. Quando entrou, senti uma pequena dor ou apenas um desconforto, talvez, mas logo imaginei como seria dali a alguns segundos.
  - Você prometeu...! – expressei, mais uma vez, tudo o que eu estava sentindo.
  Além da palavra de conforto, outro tanto daquele produto foi pego e colocado em meu anus. Depois entrou a ponta do seu dedo, a metade do seu dedo. Não estava ruim.
  Achou que eu estava já preparada e fez-me ajoelhar sobre o tapete, debruçada sobre o sofá. Tirou sua camiseta e limpou nela o dedo e a mão. Ajoelhou-se atrás se mim, entre minhas pernas, com sua lança apontada para minha bunda, bunda que abri com as duas mãos, a seu pedido.
  Eu tremia. Literalmente eu tremia, tomada por uma sensação que nunca havia sentido antes, uma coisa estranha pelo corpo todo, algo que começava nas minhas pernas, circulava pelo meu tronco e parecia se concentrar na cabeça. Acho que aquilo era alguma espécie de torpor. Eu não era eu, eu não estava ali.
  Encostou em mim, bem no alvo. Minha reação imediata foi a de retrair o corpo, fechar a bunda. Ele falou mais algumas palavras, foi falando, pedindo para eu relaxar, para abrir. Eu já nem falava mais nada, já nem pedia mais nada, apenas me condenava por estar ali. Era culpa minha. Eu não precisava, não tinha porque. E me culpava por não ir embora.
  Senti que ele fazia uma leve pressão, mas não forçava a ponto de doer. Resolvi ficar mais calma, relaxar, acreditar que era possível, lembrar que eu não era a primeira e nem a última a fazer aquilo;
  Dei uma ajeitada no corpo. Abri-me mais. Fechei os olhos.
  Ele sentiu que era o momento. Apenas uma pressão mais forte e entrou. Na hora tive trezentas e vinte e seis reações ao mesmo tempo. Quis subir pelo sofá, quis segurá-lo com as mãos, quis empurrá-lo para trás, gritar que estava doendo, pedir para tirar...
  Mas eu estava presa. Presa entre seu corpo e o sofá, presa pelas suas mãos que seguravam minhas coxas, presa pelo compromisso que havia combinado com ele, presa por tudo, talvez até pelo meu desejo.
  Soltei-me um pouco, saí daquele estado de contração, meus esfíncteres iam se acomodando àquela coisa intrusa, minhas mãos espalmaram-se sobre minhas nádegas, mas logo as fiz agarrarem bem próximas do alvo penetrado e puxarem tudo para os lados. Fiquei aberta.
  - Devagar. – falei.
  Sérgio foi fazendo uma pressão suave, deslizando lentamente seu mastro para dentro do meu anus, até sumir, até me deixar completamente penetrada, enrabada, relaxada com aquele volume antes tão ameaçador.
  E o depois...
  Ainda esperei um tempo naquela mesma posição, sentindo seu mastro pulsar em meu anus, antes de levantar o corpo e receber um abraço gostoso, enquanto ameaçava as primeiras mexidas da minha bundinha contra seu corpo.
  Era ainda um momento estranho para mim e não saberia dizer de onde vinha o meu prazer, se era da penetração ou se era por estar dando a ele aquele prazer.
  - Dói?
  - Só um pouco.
  Mentira! Charminho de menina enrabada.
  Se doía, por que eu mexia? Por que jogava a bunda de um lado para outro, bem devagar ainda, mas acelerando aos poucos? E por que jogava também para frente e para trás? Só para sentir entra e sai?
  Mas essa coisa de entra e sai era com ele e quando percebeu que eu queria, tratou de me fazer debruçar de volta no sofá, acomodar bem o corpo, relaxar, para que ele começasse então a longa tortura. Que tortura! Cadê a dor? Seu pênis ia até o fundo, voltava, quase saia, entrava novamente.
  Instintivamente, automaticamente, involuntariamente, minha bunda ia arrebitando, minhas nádegas se abrindo, meu anus relaxando mais, cada vez mais.
  Não pude evitar alguns gemidos, ele logo perguntou se estava doendo. Falei que não, então logo perguntou se eu estava gostando.
  Mas quem devia estar gostando mais era ele, pois logo foi ficando agitando, gemendo também, agarrando minhas coxas, puxando-me contra ele, entrando e saindo mais rápido, mais rápido... E então, ficou só no fundo, tudo dentro, vibrando ali, empurrando-se contra o meu corpo, puxando o meu contra o dele.
  Sérgio estava gozando em minha bunda.
  Soltou um longo e forte gemido e imediatamente senti-me inundada. Minha falta de experiência me fez imaginar que ele tivesse depositado pelo menos meio litro de esperma em meu anus, pois me senti melecada, completamente suja, com seu líquido vazando e escorrendo, molhando minha xana. Ele já estava com os longos entra e sai novamente, enquanto eu vazava.
  De repente tirou. Mas minha surpresa não demorou muito e nem tive tempo de perguntar o porquê. Sentou no sofá e me levantou, puxando para cima dele, de costas. Acertou meu alvo e mandou eu sentar. Não pediu, mandou. Sentei e entrou tudo, fundo, bem fundo. Mandou que eu mexesse. Mandou que subisse e descesse o corpo. Depois mandou que eu saísse, que virasse de frente, que ajoelhasse no sofá e que sentasse novamente.
  Dessa vez a penetração foi profunda demais. Senti tocar em algo lá dentro de mim, mas me deixei levar pelo prazer que estava dando a ele também pelo prazer em mim, da minha xana esfregando em sua barriga. Eu queria então apenas abraçá-lo e ficar ali, penetrada, esfregando a xana em sua barriga. Era um prazer para mim, maior talvez que o prazer do seu pênis em meu anus.
  Mas ele pouco me deixou ficar assim. Queria mais é que eu ficasse subindo e descendo o corpo, fazendo entrar e sair. Aquilo era gostoso, eu sentia que era, mas também fazia arder, e quando eu sentava mais forte, batia lá dentro.
  Então ele me agarrou forte novamente e me segurou presa colada nele. Dessa vez eu vi seu rosto enquanto ele gozava. Não consegui decidir se foi uma imagem bonita ou não, tal a forma da expressão que ele fez.
  Novamente fui inundada e vazei, bem menos então. Seu pênis amoleceu um pouco, pedi para sair e ir ao banheiro. Eu parecia querer evacuar e fiquei até com medo de fazer isso em cima dele. Mas no banheiro, no vaso, não saiu nada. Estava lá ainda quando ele entrou, foi no box e se lavou. Enquanto isso, voltei para sala, pensava em vestir a roupa quando ele apareceu, dizendo que queria mais.
  - Hoje não. – falei. – Hoje não. 
  
 


Escrito por Contos da Hora às 14h13
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05/03/2016


Contos Eróticos da Hora


A teoria da calcinha furada

Esta história, que é real, aconteceu nas noites perto do Natal, quando todo mundo pensa que tá feliz e não olha pra miséria em que vive... e menos ainda pra miséria dos outros.
João Alberto era um desses que caminhava pela rua, a caminho de casa, mas sem a menor vontade de voltar pra casa. Tava tão bonito ver as luzes coloridas da cidade, que o mais gostoso mesmo era sentar num bar, tomar uns birinaites e ficar olhando as muié passá, como ele costuma dizer. Uma mais gostosa que a outra. umas acompanhadas, outras solitárias, umas vagarosas, outras apressadas. Algumas voltavam do serviço, outras iam para o serviço, porque tem gente que trabalha de noite também.
Jojoca olhava para as muié que passavam e ficava se perguntando qual delas era casada, qual não era, qual tinha namorado, qual não tinha, qual fazia isso, qual fazia aquilo. Então, no terceiro gole da manguaça - o abre alas pra cerveja -, inventou de brincar de adivinhar o que cada uma delas fazia, o que não fazia, o que tinha, o que não tinha, para onde ia, de onde vinha.
- Aquela ali vai direto pra casa. Tem cara de muié séria e...
- Como é que é? - perguntou o homem do lado de dentro do balcão.
- Nada não. - respondeu o rapaz, assustado consigo mesmo, por estar falando alto sem perceber.
Pediu mais uma branquinha e mandou vir a cerveja, depois outra e mais outra. e deve ter sido já na segunda garrafa que ele já estava entrando nas intimidades das mulheres que passavam em frente à porta do bar. Já não tentava mais adivinhar a procedência ou o destino, nem tampouco as ocupações o estado civil; já estava imaginando que aquela de calça comprida não era muito chegada em homem, que a de vestido preto era uma beata que nem dava prazer pro marido, que aquela mais apressada estava a caminho de um encontro com o namorado...
Aquela ali tá sem sutiã, aquela lá nem precisa, e aquela ainda veste calcinhas do tempo da minha avó, e aquela então... tá com a calcinha furada.
Mas não é por falta de dinheiro pra comprar calcinha, não. É desleixo, mesmo. Lembrou que já tinha reparado na sua própria mulher. Quando eram casadinhos de novo, era só calcinha de primeira, perfumadinha, rendadinha... Depois de alguns anos, a primeira que ela pega na gaveta já vai colocando.
Mas tava certo! Se não tem pra quem mostrar, se vai ficar escondido lá por debaixo da roupa, por que então se preocupar se tá furada ou rasgada?
E foi nesse momento que ele teve uma prova da fidelidade da mulher. Pensou e até deixou escapar a voz, mais uma vez:
- Se ela não liga pra calcinha que veste, então é porque não vai se encontrar com ninguém.
E teve mais que um estalo. Todos os artifícios dos quais sempre se utilizava para investigar a fidelidade da mulher podiam ser deixados de lado. Não tinha mais com que se preocupar. era só prestar atenção de manhã, na calcinha que ela vestia.
- É só olhar a calcinha. - repetiu.
- O quê? - perguntou a mulher que havia acabado de se colocar ao seu lado, para comprar não se sabe o quê.
- Num tô falando com a senhora, não moça... é que... nada... é um negócio que eu tava pensando... eu só tô tomando uma cerveja... quer tomar?
- Não... não posso... quer dizer... Por que não? - falou e perguntou a mulher.
Uns quinze minutos depois, impulsionada por dois copos de cerveja, ela já tinha contado todas as suas mágoas para o rapaz. Já tinha falado da sua falta de vontade de voltar para casa, da angústia de encontrar o marido bêbado e briguento, do quarto e cozinha fedorento em que moravam...
- Bebe mais. - ele oferecia.
- Feliz é você. - disse a mulher. - Você pode sentar nesse bar, beber, chegar em casa à hora que quiser, ficar falando sozinho...
- Eu não estava falando sozinho, eu estava pensando numa coisa e...
- Me leva para um hotel!? - pediu a mulher.
- O quê? Como? Mas... Verdade? Sério...?
- Nunca traí meu marido. - ela disse. - Mas ele merece e eu preciso... Hoje eu preciso.
- É mesmo? Será o espírito natalino ou você já está acostumada a...
- Não! Pode acreditar que é a minha primeira vez.
É por isso que está assim, toda arrumada, pensou, sem falar, o João Alberto. Já saiu de casa pensando em cornear o marido.
Mas como era homem, não quis perder a oportunidade. Levou pro primeiro hotel que viu, ali mesmo, bem próximo ao bar. Lá, naquele quartinho de pintura desbotada, cama velha, luz fraca, a mulher parecia um tanto nervosa.
- O que é? - perguntou ele. - Não vai insistir na história de que é a primeira vez que você...
- Que eu traio meu marido? É a primeira vez, sim, pode acreditar. Mas não é por isso que estou um tanto nervosa. Você se importa de apagar a luz?
- Apagar a luz? Mas o que é isso? Em que época você está vivendo mulher? Tem vergonha de se mostrar?
- Não é isso. Mas tá bom... pode deixar a luz a acesa. Só espere um pouquinho que vou me preparar.
- Se preparar...?
Ele desistiu de fazer mais perguntas e ficou olhando a mulher caminhar para o banheiro. Por um momento chegou até a temer que de lá fosse sair um cacete apontado pra ele. Mas logo a mulher voltou, e era mulher mesmo, um belo corpo por sinal, todo peladinho, com seios ainda firmes, pernas bem torneadas, um monte de pelos caprichados naturalmente, uma bundinha...
Se João Alberto ainda tinha alguma pergunta sobre o tipo de preparo que a mulher tinha ido fazer no banheiro, acabou esquecendo. Olhar aquele corpo era mais interessante. Mas só olhar também não! Tratou de se preparar ali mesmo, quer dizer, tirou sua roupa e, literalmente, correu para o abraço.
Foi então que ele teve mais uma prova a favor da sua teoria. Apesar de bem feitinho, o corpo da mulher não era bem cuidado, quer dizer, ela não tinha aquela pele devidamente tratada, hidratada, lisinha, da mesma forma que a sua própria mulher há muito já deixara de ter. Claro estava, então, que sua mulher não tinha um amante, pois se tivesse, além de se preocupar com a calcinha que vestia, também cuidaria melhor do corpo.
E foi assim, com esse ar feliz e o corpo cheio de energia que João Alberto possuiu a mulher. E pra quem dizia ser a primeira vez que dava uma puladinha de cerca, até que ela não se dava tão mal; era cheia de fogo e queria mais e mais e mais.
E como sabia trabalhar com as mãos e com a boca!
E como sabia mexer o quadril, tanto embaixo quanto em cima!
Mas a parte que ele mais gostou foi quando ela o cavalgou, de cócoras, apoiando com as pontas dos pés no colchão e com as pontas dos dedos no peito dele, agarrando, unhando.
A expressão da mulher enquanto subia e descia o corpo era algo indescritível, prazer puro, dado pelo deslizar do membro em sua vagina, pelo entra e sai, pelo some e aparece.
Se essa é a primeira vez dela – pensava João. Imagine como vai ser a segunda...
E como bom homem, ele tratou logo de questionar a mulher, dizendo que não acreditava nela.
- Você tem razão. – ela disse. – De vez em quando dou uma escapadinha. Mas tenho direito, não tenho? Eu bem queria que fosse só com ele, o meu marido, mas o que posso fazer se ele mais briga comigo do que me dá prazer. Faz tempo que não transo com ele do jeito que transei com você hoje.
- Mas por que então ficar tentando me provar que era a sua primeira vez?
- Porque vocês homens gostam assim. Vocês dão mais valor quando são os primeiros.
Caído ao lado da mulher, João Alberto pensou seriamente no que ela dizia, e concluiu que ela tinha razão. Mas pensou em outra coisa também: há quanto tempo não transava daquele jeito com a própria mulher?
A teoria do corpo bem cuidado fora colocada em dúvida.
Mas ainda faltava uma coisa que ele queria saber da mulher. Por que ela não quis se despir na frente dele?
- Você não vai rir de mim, vai?
- Rir por que? Fala!
- Você não vai rir de mim se eu disser que estou usando uma calcinha velha e toda rasgada, a primeira que peguei na gaveta, como sempre faço?

E lá se foi também, a teoria da calcinha furada.

Escrito por Contos da Hora às 14h27
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23/02/2016


Contos Eróticos da Hora 15
Coleção Quinze Contos Eróticos
15 histórias cada volume

Adquira - Leia

 

01 - Minha primeira vez (dela)
02 - Incesto
03 - Primos & Primas
04 - Faculdade... asas para uma pomba
05 - Mais que colegas de trabalho
06 - Sexo entre colegas de trabalho
07 - Quinze enfeites femininos
08 - Histórias eróticas de antigamente... contos eróticos da vovó
09 - Mulher de amigo meu pra mim é...
10 - Hand Girls... mãos carinhosas
11 - Quinze loirinhas que começaram por trás
12 - Só estu...DANDO
13 - Quinze bons motivos para levar atrás
14 - Ensinando uma mulher a transar
15 - FODERATION
16 - Ombro amigo, pau amigo
17 - Comida na festinha da firma
18 - Quinze primas que eu comi
19 - Hand Girls universitárias
20 - Quinze mulheres que traíram
21 - Empolgações eróticas de uma empregada doméstica
22 - O Comedor
23 - O Senhor de Todas
24 - O Calcinha
25 - Sexo sem escrúpulos... histórias inacreditáveis
26 - GOSPEL... 1 - Contos eróticos da igrejinha
27 - GOSPEL... 2 - Irmãs crentes... quentes carentes
28 - GOSPEL... 2 - Safadezas d Pastor Pureza
29 - As aventuras proibidas do Professor Véio
30 - Quinze bundinhas que se foram
31 - Sábado é dia de gostosas aventuras
32 - Namoradas exemplares
33 - Sexo estranho... www.pacto.com.demo - Histórias eróticas fantásticas
34 - Daily sex... e a teoria da calcinha furada
35 - A cidade transa... quando menos se imagina
36 - Madame Kiaxan Nassab... traições reveladas
37 - Coisas de menina
38 - Corno manso... e outras vontades
39 - EMBOLATION ... dois é bom, três é demais
40 - Deliciosos segredos femininos
41 - Transando a 120 km por hora
42 - Contos eróticos insanos... o comedor de sobrinhas
43 - 15 Primas comendo Primos
44 - LGBT... e simpatizantes - vol. 1 - Elas & Elas
45 - LGBT... e simpatizantes - vol. 2 - Toma lá dá cá - Especial 21 histórias
46 - LGBT... e simpatizantes - vol. 3 - Eles & Eles
47 - Universal Reino das Infiéis - Volume I
48 - Universal Reino das Infiéis - Volume II
49 - Universal Reino das Infiéis - Volume III
50 - Universal Reino das Infiéis - Volume IV
51 - Family sex - Volume I
52 - Family sex - Volume II
53 - Family sex - Volume III
54 - Family sex - Volume IV
55 - Family sex - Volume V


 

Escrito por Contos da Hora às 11h04
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