Contos Eróticos da Hora


14/03/2015


Contos Eróticos da Hora


 

Duas distintas senhoras em busca de um pau de selfie

O dia para eu começar a enfeitar a cabeça do meu marido estava cada vez mais próximo. A vontade ia aumentando, aumentando, secretamente eu ia procurando, procurando... Afinal, se sou uma mulher bem sucedida na profissão, se tenho um corpo sensual, se sempre tive muito fogo, por que não me realizar também no plano sexual?
Só que eu andava procurando nos lugares errados, o homem errado... quer dizer, eu imaginava um senhor homem, bonito, rico, bem sucedido, daqueles que toda mulher admira e que pode dar tudo a uma mulher, como jantares, iates, viagens, joias. Até que me toquei que um homem assim pode até ser bom para casar, mas não como amante, mesmo porque eu não poderia estar viajando com ele, ganhando presentes caros e vistosos, sem que o marido descobrisse.
- O que você precisa é de um pau de selfie. – disse a Mirian, uma amiga que conheci na escola onde estudam nossos filhos.
- Um pau de selfie? – perguntei, quase rindo. – Estou a fim é de um homem e não de um consolo.
- Eu também... quer dizer, estamos na mesma situação. Faz tempo que eu também ando pensando seriamente num amante... quer dizer, num pau de selfie, alguém só para aquelas horas, entende?
- Só para comer? – perguntei, agora de modo mais sério, mais interessado.
- E que tenha aquilo que o meu marido não tem. – ela disse.
- O quê? – perguntei, ainda um tanto inocente.
- Um pau, oras! Tem de ser um homem... quer dizer um pau de selfie que tenha um pau acima da média. O do seu marido está na média ou é do tipo prato cheio?
- Tá interessada, é?

(Continuar lendo)


 

 


Escrito por contosdahora - ana20sp às 15h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/03/2015


Contos Eróticos da Hora

 

E eu pensando que a empregada era de bíblia

Por ter como sonho ser piloto de avião militar e depois piloto comercial, passei mais de ano praticamente fora de casa, servindo na Aeronáutica. Durante esse tempo minha mãe contratou uma nova empregada, mas eu nem a conhecia direito, por tê-la visto poucas vezes.
Somente quando tirei umas férias até recomeçar uma nova fase do treinamento é que vim a conhecer direito a moça... quer dizer, vim saber que se chama Maristela, que tem 26 anos (sete a mais que eu) e que é casada e tem uma filha pequena. Além disso, logo percebi que era uma moça extremamente religiosa, sempre de cabelos presos, vestidos abaixo do joelho, muito educada, servil...
E assim foi que na primeira semana, da segunda-feira, dia em que retornei para casa, até a sexta-feira, nada na moça me chamou a atenção e também a tratei com toda a educação e cordialidade com que ela me tratava e a todos em casa. Mas na sexta-feira, num lance fortuito, procurando-a pela casa para que me ajudasse a passar uma roupa com a qual eu pretendia dar uma saída na noite, eis que me deparo com ela praticamente nua, enquanto mudava de roupa.
- Desculpa! Perdão! Não imaginei que... – fui falando, mas sem a menor vontade de desviar o olhar daquele corpo esguio, moreno, com tudo super bem distribuído...
- Tudo bem, senhor Danilo. Eu é que devia ter fechado a porta. – ela disse, ainda antes de puxar uma toalha à sua frente, cobrindo-se.

(Continuar lendo)

Escrito por contosdahora - ana20sp às 16h01
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

07/03/2015


Contos Eróticos da Hora


 

 

A dentista bonitinha e a luva de um dedo só

 

Precisando dar uma geral nos dentes recebi a indicação de um amigo sobre uma dentista conhecida dele.

- Mas ela é boa? – perguntei.

- É bonitinha, mas um tanto magrinha para o meu gosto. – ele respondeu. – E tome cuidado porque ela está noiva, casa no ano que vem. – ele acrescentou.

- Mas não é isso o que estou perguntando. Só quero saber se ela é uma boa dentista.

- Sei disso. Mas fique sabendo que já namoramos.

- Verdade? Então você já...?

- Se eu já comi? Não! Fomos namorados nos tempos da adolescência e naquela época ela ainda era bastante virgem.

- Bastante virgem? – exclamei, rindo.

- É! A gente dava uns pegas meio bravos, mas só do tipo de passar a mão, colocar nas coxas... Mas ela não deixava tirar e nem mesmo baixar a calcinha. Era dureza.

- Dependendo da calcinha esfola o pau. – falei.

- Pois eu não sei. – ele disse, enquanto me passava o telefone do consultório da moça.

Liguei numa terça-feira e falei com a assistente da Dra. Rosilene (o nome é outro). Só havia horário vago para três semanas depois, mas quando falei de quem eu havia recebido a indicação a moça chamou a doutora e esta arranjou um encaixe para a sexta-feira daquela mesma semana.

- Mas é depois do último horário. Oito horas da noite. – ela disse.

- Sem problemas. – respondi, pedi o endereço correto e marcamos.

Na sexta-feira cheguei faltando ainda uns quinze minutos para o horário e a própria Dra. Rosilene abriu-me a porta, voltando rapidamente para a sala onde estava atendendo uma paciente. É que assistente já tinha ido embora.

Aproveitei para dar uma rápida conferida na moça e mesmo sob a máscara pude ver que tinha um rostinho muito bonito. Quanto ao corpo, não pude ver direito, por causa do avental que lhe cobria até o meio das coxas, mas foi possível perceber que ela era realmente muito magrinha.

Mas nem sei por que dei aquela conferida, pois até então eu só estava pensando nos acertos que eu tinha de fazer nos dentes. Não estava com maus pensamentos. Mas se eu não estava, ela parecia estar e demonstrou isso desde o início, assim que trancou a porta atrás da senhora gorda que havia acabado de atender.

- Quere dizer que você é amigo do Alberto? Ele anda fugindo de mim. Está em dívida comigo...

- Ele está te devendo? Mas você não vai querer descontar em mim, não é?

- Só vou... quer dizer, não sei se você pode pagar.

- Quanto ele te deve?

- Quanto ele me deve...? Bom... Digamos que ele me deve um jantar.

- Um jantar? Mas então deve ser um jantar num restaurante muito caro!

- É brincadeira. Na verdade ele está fugindo de mim porque tem medo que a noiva dele veja a gente juntos. Ela é muito ciumenta... e sabe que a gente já namorou

- Mas você também está noiva... ele me disse.

- Está vendo!? Além de tudo é um mentiroso. Eu não estou noiva coisa nenhuma. Tenho um namorado, mas estamos longe de noivado.

A conversa ainda se estendeu mais um pouco até que me vi sentado na cadeira e pronto para abrir a boca para que ela pudesse examinar. Mas foi aí que ela deu o ataque fatal.

- Espere um pouco que vou colocar as luvas... Não gosto muito dessas luvas, mas...

- Não gosta? Mas por quê?

- Prefiro as luvas de um dedo só. – ela falou, fazendo uma expressão tipo sorriso, tipo sugestão, tipo sei lá o quê.

- Luvas de um dedo só? Juro que não conheço. E os outros dedos, como ficam?

- Que outros dedos, rapaz? Que eu saiba todo homem tem um dedo só... quer dizer, pelo menos o tipo de dedo que me interessa.

(...)

 

(Continuar lendo)

Escrito por contosdahora - ana20sp às 11h45
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

01/03/2015


Contos Eróticos da Hora

 


    
Furando a novinha... antes do namoradinho

(...)

Parte 4
2014, dez, 16, terça-feira

Dizem que a parte mais gostosa de uma festa é a espera por ela. Estou quase certo de que isso é uma grande verdade.
Também se diz... ou pelo menos eu estou dizendo, que em matéria de amor e sexo há sempre uma pontinha de não sei o quê para o macho que se aproveita da fêmea de outro. Se alguém pensar na Daniele indo até o banheiro para lavar o esperma que escorria por sua barriga, então será capaz de imaginar a inocência do namorado, fazendo não se sabe o quê naquele momento, enquanto a sua menina se lava da porra de outro. E será capaz de pensar também no “orgulho” ou sei lá o quê sentido por esse outro.
Talvez seja por tudo isso, quer dizer, pelo sabor de esperar pela festa e pelo “não sei o quê” em relação ao pequeno macho corneado, que eu estava decidido a prolongar ao máximo o tempo de espera para furar a menina. Corria o risco de ela se entregar a ele antes, mas do jeito que a coisa estava andando eu tinha dúvidas sobre essa possibilidade; o mais certo é que aquela xaninha estava guardada para mim na sua primeira vez.
E foi por isso que na aula seguinte resolvi primeiro indagar e depois ensinar algumas coisinhas à menina.
Tão logo ela chegou e sentou-se no seu lugar habitual, isto é, na cama, ao lado da minha escrivaninha de trabalho, deixei de lado o meu trabalho, que seria a sua aula de inglês, para começar uma aula de sexo. E foi tudo muito simples, pois ela estava bem assanhadinha e demonstrava que não estava com a mínima vontade de praticar inglês.
Fui logo me ajoelhando no chão, entre suas pernas e começando uma sessão de beijinhos, apertadinhas nos peitinhos, chupadinhas, mordidinhas nos biquinhos...
- Isso enlouquece... – ela disse, num certo momento em que mordisquei e olhei nos seus olhos ao mesmo tempo.
- E ele já enlouqueceu você assim? – perguntei.
- Não! – ela respondeu.
- Ele nunca pegou os seus peitinhos?
- Já pegou, mas nunca beijou.
- E você nunca colocou na boca dele?
- Não.
- Mas teve vontade, não teve?
- Tive... Bastante.
- Teve... Não tem mais?
- Tenho.
- Hummm! Então deixa eu te chupar gostoso. Deixa eu arrancar seus biquinhos, deixa...

(...)


(continuar lendo)


 

 

Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h32
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

25/02/2015


Contos Eróticos da Hora


A jornalista esportiva e o tripé do basquete
 
 E de repente ela se dá conta de estar num hotel de categoria nenhuma em Cafundó das Abobrinhas ou qualquer outro nome que se possa dar àquele amontoado de casas que chamam de cidade. Era já o cair da noite, estava a centenas de quilômetros de casa, brigada com o marido, que não aceitava aquele seu trabalho de repórter esportiva, e tendo como companhia apenas o colega que operava a câmara e com quem teria de dividir o quarto do hotel.
 Antes tivesse dado para o diretor de jornalismo da emissora onde havia se empregado não fazia muito tempo. – ela pensava. Mas o homem era tão arrogante e asqueroso, tão senhor de si, dizendo que ou ela dava ou não fazia carreira na empresa, que ela respondeu que preferia transar com um cabrito a se deitar com ele. E o resultado era aquele: mandada fazer a cobertura de um campeonato de basquete de quinta categoria.
 Começou a ler a escalação do time local. Daniel, Patoloco, Jucá, Zenóbio, Carlão do Brejo, João Tripé...
 - João Tripé? – exclamou em voz alta.
 - É o jogador mais velho e mais alto do nosso time. – disse a senhora que servia o jantar.
 - Mas por que João Tripé? – perguntou ela.
 - Não adivinha, não? – disse a mulher, que depois apontou para um quadro na parede com uma foto do time da cidade e mostrou o rapaz.
 - Que altão! – exclamou, e deu a conversa por encerrada, indo juntar-se ao colega no quarto, que não havia jantado por não estar se sentindo muito bem, com o estômago embrulhado.

 


(continuar lendo)

Escrito por contosdahora - ana20sp às 17h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

24/02/2015


Contos Eróticos da Hora


 

A história de uma primeira penetração anal

O antes...
Promessa é dívida.
Difícil descrever o estado em que me encontrava. O dia marcado foi chegando e eu sentia crescer em mim um misto de ansiedade e de medo, ao mesmo tempo. A ansiedade eu até podia explicar, mas o medo eu não sabia direito a razão. Em todo caso, minha saída havia sido não pensar no assunto, esperar e pronto, deixar acontecer e pronto. Mas conforme foi chegando o dia, a hora, o momento, não pensar parecia coisa impossível. Eu nem mesmo conseguia me concentrar nas outras coisas que tinha de fazer: os estudos para as provas, os cuidados com a casa, a atenção às pessoas queridas.
Chegou o sábado de manhã e eu voava, literalmente voava, no andar e no pensar. Minha mãe estranhou eu tomar banho logo de manhã, sendo que o meu costume era banhar-me à noite, pouco antes de dormir. Não lembro direito, mas acho que dei como motivo o forte calor da noite, que me impedira de dormir adequadamente. De fato, eu não havia dormido, sentia realmente um calor, mas não do tipo que falei para ela.
No banho, lavei cada parte do meu corpo, com todo carinho e cuidado, depilei, aparei alguns pelos mais salientes, olhei para os biquinhos dos meus seios, passei creme hidratante, sempre voando.
No quarto, a escolha da calcinha foi demorada, pensada, experimentada, muito mais do que o restante da roupa. Por várias vezes minha mãe, entrando em meu quarto, viu-me contra o espelho, já vestida de saia e blusa, mas erguendo a saia para ver a calcinha, como ela ficava em meu corpo, se combinava com minha pele. Nunca havia pensado no poder sensual de uma peça de tecido tão minúscula e normalmente tão escondida. Cheguei mesmo a pensar se nós mulheres tínhamos o mesmo charme erótico antes da invenção da calcinha.

(continuar lendo)

Escrito por contosdahora - ana20sp às 06h23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

28/06/2012


Contos Eróticos da Hora

 



Carnaçamba... uma fêmea com dois machos
 

 

Parte I

Vi passar na televisão as imagens do carnaval de rua na Vila Madalena, a confusão e a bagunça entre alguns foliões, a reclamação dos moradores, e a imagem de uma menina levantando a calcinha depois de ter feito xixi atrás de uma caçamba. Só não vi, ainda bem, a minha própria imagem, atrás de uma outra caçamba ali por perto, fazendo coisas bem piores... quer dizer, bem melhores.
Vou contar o que aconteceu ali atrás da caçamba e que depois continuou num hotelzinho dos mais baratos, e que quase veio abaixo por causa da confusão que arrumamos; eu, meu namorado, e um sujeito que “conheci” naquela noite.
Eu e meu namorado estamos juntos há cinco anos, desde que nos conhecemos no cursinho, até agora, quando já terminamos nossas faculdades. Ele é um gato, tenho o maior fogo por ele e sei que ele tem por mim.

(continuar lendo)



 


Escrito por contosdahora às 06h52
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Histórico